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Sou o tipo de pessoa incansável. Faço de tudo o tempo todo e gosto de construir resultados. Locutor, apresentador, colunista, escritor e defensor da língua alemã Hunsrickisch, apaixonado pela música alemã e pela culinária, tenho por hobby cozinhar, pintar quadros a óleo e tocar contrabaixo. Eletrotécnico de carreira, me aposentei nesta profissão, e agora, além de manter ainda minha oficina eletrônica trabalho como voiceover internacional em e-learnings e wbt. Amo tudo o que faço.

domingo, 11 de janeiro de 2009

TRADUÇÃO: De Chtorrem - O Temporal



Sempre quando o tempo se carrega para um temporal, então, mesmo que a gente se diga forte, sempre se tem um pouco de medo. Passa um calafrio pela coluna abaixo, que a gente se trepida de alto a baixo.
Quando um temporal se anuncia por detrás do morro e começa a ventar, a relampejar e trovejar, então se pega aquela palma amarelada, cheia de teias de aranha deitada sobre o armário, e se queima no fogão para pedir proteção a Deus.
Assim, se nada acontece, a gente acredita realmente que isto é devido à palma e à proteção Divina. Mas nem sempre acontece assim. As vezes dá errado. E assim aconteceu uma vez com uma família antigamente em Arroio das Pedras, entre Tupandi e Bom Princípio.
Afonso e sua esposa, a Clementina, e ainda um filho pequeno dos seus nove anos, o Jacó, estavam tomando café de manhã pelas oito horas, quando o céu se mostrou preto com vento e relâmpagos.
O temporal foi imenso. A tempestade durou mais ou menos meia hora, mas foi o suficiente para causar estragos no meio da comunidade. Até também a casa do Afonso apanhou: voaram em torno de dez telhas do seu telhado.
E, quando ele ele descobriu o problema, se lembrou que ele não estava com a escada em casa. Ela havia sido emprestada para o Armindo Ledur e não havia sido trazida de volta. Então ele teve uma idéia. Ele disse para sua esposa:
- Clementina, vem, vamos subir no sótão, então eu subo em seus ombros e assim chegarei até as telhas que voaram para tapá-lo com novas telhas.
- Sim, Afonso, se não tem outro jeito, então faremos assim. Só cuida da minha verruga no lado do pescoço!
Assim aconteceu. Eles subiram no sótão pela escada e quando estavam lá, Afonso trepou nos ombros de Clementina e começou a trocar as telhas. O pequen Jacó se encontrava com eles e acompanhava seu trabalho.
De repente, bateram à porta. Afonso disse para o filho:
- Jacó, vai e vê que está aí. Deixe-o entrar e diz que já viremos.
Jacó foi e abriu a porta, endo então que era seu vizinho, o Armindo Ledur, com a escada embaixo dos braços para devolver. Então ele olhou ao seu redor e perguntou:
- Então Jacó, seu pai não está aqui?
- Claro! - Respondeu o rapaz.
- Onde então ele está? - Disse o vizinho curioso. Jacó respondeu:
- Ele está montado na mãe tapando o buraco.
(Qualquer semelhança é mera coincidência).

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